Uma homenagem de nossa equipe para o dia que homenageia a força e carinho com que as mulheres embelezam nosso dia a dia.

Nossa equipe, buscando uma forma de homenagear o Dia das Mulheres, encontrou um poema elaborado por Elizabeth Barrett Browning, uma poetisa inglesa da época vitoriana, cujos poemas foram traduzidos no Brasil por Manuel Bandeira.

Autora de Sonetos da Portuguesa, reunião de poemas românticos — sua própria história de amor com o marido, o também poeta Robert Browning. Um destes poemas (o de número 43) é considerado o mais belo escrito por uma mulher em língua inglesa:

How do I love thee? Let me count the ways.I love thee to the depth and breadth and height

My soul can reach, when feeling out of sightFor the ends of Being and ideal Grace.

I love thee to the level of everyday’sMost quiet need, by sun and candlelight.

I love thee freely, as men strive for Right;I love thee purely, as they turn from Praise.

I love thee with the passion put to useIn my old griefs, and with my childhood’s faith.

I love thee with a love I seemed to loseWith my lost saints,

– I love thee with the breath,Smiles, tears, of all my life! – and, if God choose,

I shall but love thee better after death.

A tradução realizada por Manuel Bandeira é nossa homenagem ao Dia das Mulheres…

SONETO XLIII – COMO TE AMO?

Amo-te quanto em largo, alto e profundo
Minh’alma alcança quando, transportada,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser, a Graça entressonhada.

Amo-te em cada dia, hora e segundo:
À luz do Sol, na noite sossegada.
E é tão pura a paixão de que me inundo
Quanto o pudor dos que não pedem nada.

Amo-te com o doer das velhas penas;
Com sorrisos, com lágrimas de prece,
E a fé da minha infância, ingênua e forte.

Amo-te até nas coisas mais pequenas.
Por toda a vida. E, assim Deus o quiser,
Ainda mais te amarei depois da morte.

Elizabeth Barrett Browning.
Tradução Manuel Bandeira

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